Google, LinkedIn e Meta com mecânica B2B real: segmentação por intenção comercial, mensagem alinhada à oferta e otimização por SQL e payback. Sem performance teatro.
Mídia paga sem leitura de payback é só barulho caro.
Mídia paga em B2B exige mecânica diferente de B2C. A maioria das agências aplica receita B2C com paleta sóbria — e o resultado é o esperado: zero pipeline previsível.
Anúncio com CTR alto e CPL barato pode estar trazendo lead que nunca compra. Em B2B, o que importa é SQL (lead qualificado pra venda) e payback. CPL bruto sem qualidade é métrica de vaidade.
Anúncio direto pra “fale com vendas” em ciclo de 3-9 meses queima orçamento. Comprador B2B precisa de educação antes de qualificação. Funil errado = CAC inviável.
Anúncio promete X, landing fala Y, vendedor entrega Z. Conversion rate cai, CPL sobe, atribuição vira mistério. Sem alinhamento de mensagem em todo funil, mídia paga não escala.
Operação roda meses sem saber: quanto custa o SQL, quanto custa o cliente, quanto tempo até payback. Sem essa leitura, decisão de aumentar ou cortar verba é chute.
Tráfego pago B2B é jogo de precisão de intenção e leitura de funil completo. Não basta segmentar por cargo no LinkedIn — precisa entender ciclo, comprador, gatilho e funil completo até venda. E precisa medir até payback, não só até clique.
Operamos com clientes que têm CRM ativo, processo comercial mínimo e disposição pra reportar pipeline gerado (não só leads). Sem essa base, mídia paga vira gasto sem feedback — e ninguém aprende.
Reportamos pipeline gerado, custo por SQL, deal closed/loss e payback. Impressão e CTR entram apenas como diagnóstico, nunca como resultado final.
Google Ads (intenção declarada) pede mecânica diferente de LinkedIn Ads (interrupção qualificada) ou Meta (retargeting + lookalike). Cada canal opera com tese própria, não receita única.
Anúncio + landing + nutrição + handoff comercial operam como sistema. Sem alinhamento de mensagem em cada etapa, conversão cai. Cuidamos de tudo, não só do clique.
Atribuição B2B é difícil — ciclo longo, múltiplos touchpoints. Não fingimos que é simples. Reportamos com honestidade o que mídia paga influenciou e o que veio de outro canal.
Mídia paga muda de mecânica conforme o setor, ticket médio e ciclo. Os hubs abaixo mostram aplicações específicas — sempre dentro da mesma metodologia.
Google Ads e LinkedIn pra fabricantes B2B com ticket alto e ciclo longo.
Ver serviço →APP 02Tráfego dentro de operação integrada — não terceirizado em silo.
Ver serviço →APP 03Mídia paga enxuta com foco em ROI rápido pra pequena empresa B2B.
Ver serviço →APP 04Quando antes de tráfego falta posicionamento e oferta organizada.
Ver serviço →Depende do canal e do ticket médio do cliente. Em B2B com ticket alto (R$ 50k+), começamos com investimento de mídia que permita 30-60 SQLs/mês (necessário pra leitura estatística). Abaixo disso, o número é ruído. Definimos o piso certo no diagnóstico.
Operamos Google Ads, LinkedIn Ads e Meta Ads — escolhemos quais entram conforme o cliente. Em B2B com comprador técnico, geralmente Google + LinkedIn dominam. Meta entra em retargeting ou em ciclos B2B com decisão emocional (saúde, advocacia).
Primeiros leads: 7-14 dias após go-live. Volume estabilizado: 30-45 dias. Custo por SQL otimizado: 60-90 dias. Payback medível: depende do ciclo de venda do cliente (em B2B, tipicamente 4-9 meses).
Trabalhamos com retainer mensal (gestão + estratégia + criativos). Não trabalhamos com modelo de comissão sobre verba — incentiva queimar mais mídia, não otimizar pra resultado.
Diagnóstico estratégico gratuito de 30-45 min. Avaliamos canais ativos, mensagem, funil e leitura atual. Se fizer sentido, propomos roadmap. Sem compromisso, sem pitch agressivo.
Em 45 minutos avaliamos sua mídia paga atual e identificamos onde está deixando pipeline na mesa. Sem compromisso, sem pitch.
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