Spoke 04 · Tráfego & Performance

Tráfego pago B2B otimizado por pipeline, não por CTR.

Google, LinkedIn e Meta com mecânica B2B real: segmentação por intenção comercial, mensagem alinhada à oferta e otimização por SQL e payback. Sem performance teatro.

30min
Diagnóstico inicial
Conversa estratégica gratuita pra mapear onde está o gargalo.
3 frentes
Estratégia, execução, mensuração
Sem terceirizar a inteligência. Operação integrada com o cliente.
90d
Primeiros sinais consistentes
Marketing B2B tem ciclo. Em 90 dias os primeiros indicadores aparecem.

Por que mídia paga B2B queima caixa na maioria das operações

Mídia paga sem leitura de payback é só barulho caro.

Mídia paga em B2B exige mecânica diferente de B2C. A maioria das agências aplica receita B2C com paleta sóbria — e o resultado é o esperado: zero pipeline previsível.

Abordagem MELK

Como a MELK opera tráfego pago B2B

Tráfego pago B2B é jogo de precisão de intenção e leitura de funil completo. Não basta segmentar por cargo no LinkedIn — precisa entender ciclo, comprador, gatilho e funil completo até venda. E precisa medir até payback, não só até clique.

Operamos com clientes que têm CRM ativo, processo comercial mínimo e disposição pra reportar pipeline gerado (não só leads). Sem essa base, mídia paga vira gasto sem feedback — e ninguém aprende.

01

Otimização por SQL e payback, não por CTR

Reportamos pipeline gerado, custo por SQL, deal closed/loss e payback. Impressão e CTR entram apenas como diagnóstico, nunca como resultado final.

02

Mecânica por canal, não copy-paste

Google Ads (intenção declarada) pede mecânica diferente de LinkedIn Ads (interrupção qualificada) ou Meta (retargeting + lookalike). Cada canal opera com tese própria, não receita única.

03

Funil completo, não anúncio isolado

Anúncio + landing + nutrição + handoff comercial operam como sistema. Sem alinhamento de mensagem em cada etapa, conversão cai. Cuidamos de tudo, não só do clique.

04

Leitura de atribuição honesta

Atribuição B2B é difícil — ciclo longo, múltiplos touchpoints. Não fingimos que é simples. Reportamos com honestidade o que mídia paga influenciou e o que veio de outro canal.

Serviços que aplicamos

Como tráfego pago aplica em cada contexto

Mídia paga muda de mecânica conforme o setor, ticket médio e ciclo. Os hubs abaixo mostram aplicações específicas — sempre dentro da mesma metodologia.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre tráfego pago B2B

Qual o investimento mínimo recomendado?

Depende do canal e do ticket médio do cliente. Em B2B com ticket alto (R$ 50k+), começamos com investimento de mídia que permita 30-60 SQLs/mês (necessário pra leitura estatística). Abaixo disso, o número é ruído. Definimos o piso certo no diagnóstico.

Vocês fazem só Google Ads ou todos os canais?

Operamos Google Ads, LinkedIn Ads e Meta Ads — escolhemos quais entram conforme o cliente. Em B2B com comprador técnico, geralmente Google + LinkedIn dominam. Meta entra em retargeting ou em ciclos B2B com decisão emocional (saúde, advocacia).

Em quanto tempo vejo resultado?

Primeiros leads: 7-14 dias após go-live. Volume estabilizado: 30-45 dias. Custo por SQL otimizado: 60-90 dias. Payback medível: depende do ciclo de venda do cliente (em B2B, tipicamente 4-9 meses).

Trabalham com retainer ou comissão?

Trabalhamos com retainer mensal (gestão + estratégia + criativos). Não trabalhamos com modelo de comissão sobre verba — incentiva queimar mais mídia, não otimizar pra resultado.

Como começa o trabalho?

Diagnóstico estratégico gratuito de 30-45 min. Avaliamos canais ativos, mensagem, funil e leitura atual. Se fizer sentido, propomos roadmap. Sem compromisso, sem pitch agressivo.

Próximo passo

Diagnóstico estratégico — específico para tráfego B2B.

Em 45 minutos avaliamos sua mídia paga atual e identificamos onde está deixando pipeline na mesa. Sem compromisso, sem pitch.

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